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09 outubro 2011

Liberdade

Minh'alma suscita calor
Respira  vapor
E dorme pelo  ardor
Se ergue de fronte a teu ser
Mas recolhe-se ao simples sabor de tua ambição
Que predomina na minha sensação não antes sentida
Submissa a encantos do teu querer
Me completo a teu ser
Tornando-me possuidora do teu pesar
a clamar...
E passo a ser integrante
Que sente teus desejos, alegrias e chora por tuas tristezas.
Boba porém ileza... bem mais que você com suas fraquezas
Não me prenda amor, com sua grandeza
Não és forte para me manteres presa
Quando percebo-me dominada
Liberto-me do complexo jogo de sentimento insuportáveis
Do outro lado da guerra está quem vulgo ser ela... outra de mim
Que julgo ser cega
Que, já rendida a seus caprichos, não te deixa
Mas a fito friamente até que esta derepente
Perceba  que por ser falha precisa que a guie...
 e volta arguindo de raiva, mas presa a quem então se liberta!

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